Andréa Vicentin Federighi
Psicóloga Clínica | CRP 06/108346
Sou Psicóloga, formada pela PUC-Campinas há mais de 14 anos. Desde então, sigo em constante busca por conhecimento e aperfeiçoamento na prática clínica. Realizei Aprimoramento Clínico em Psicoterapia para Adultos na abordagem Junguiana (PUC-SP, 2013) e Especialização em Psicologia Analítica pela UNICAMP (2015). Também participo de eventos, supervisão clínica, minha própria análise, e atualmente integro o Programa de Estudos em Psicologia Arquetípica pelo Instituto IMPAR.
Valorizo profundamente a escuta atenta, a presença genuína e o compartilhamento de histórias. Sou uma leitora apaixonada e, muitas vezes, trago reflexões de livros que podem enriquecer o processo terapêutico. No atendimento presencial, busco oferecer um ambiente acolhedor, silencioso, seguro e sigiloso — com um café ou um chá para recepcionar quem chega. Utilizo recursos como a técnica da caixa de areia, o trabalho com os sonhos e técnicas corporais que complementam e aprofundam a Psicoterapia. Este é um espaço de não julgamento, onde imagens, ideias, medos, silêncios e fantasias podem emergir livremente.
Se a Psicologia é o estudo da alma, a Terapia é cuidado e amor por ela.
“Como podemos nos conhecer por meio de nós mesmos? Podemos nos revelar a nós mesmos através de um outro, mas não podemos fazê-lo a sós. O opus (trabalho) da alma necessita da relação íntima... Precisamos de relacionamentos muito profundos, onde a auto-revelação seja possível, onde o amor pela alma seja soberano e onde Eros possa se mover livremente – quer na análise ou em outras relações.”
— James Hillman, O Mito da Análise, p. 88
É no encontro entre duas pessoas que a alma encontra espaço para se expressar. Como também diz Hillman:
“Quando somos tocados, movidos e abertos pela experiência da alma, descobrimos que o que se passa na alma não é apenas interessante e significativo, mas também atraente, digno de amor e belo.”
Cada encontro é único. Ao longo do processo, vamos explorando juntos a paisagem psíquica — com suas dores, sintomas, belezas e possibilidades. Caminhar por entre os vales e picos da alma é um processo contínuo que valoriza a diversidade e a riqueza da vida.
Também procuro cuidar de mim: gosto de viajar, caminhar na natureza, cozinhar coisas gostosas e viver minha própria vida com o coração aberto — para sentir tanto a dor quanto o amor. Tenho interesse por questões ambientais, sociais e políticas, e me preocupo com o futuro. Leio com carinho autores e autoras indígenas, mulheres, pessoas pretas e LGBTQIAPN+, buscando ampliar meu olhar e fortalecer minha escuta, assim, posso estar ao lado de quem deseja trilhar esse caminho terapêutico em parceria.